A arte de estender os braços

02.07.13
La Bohème entre amis

«A arte de estender os braços» é o segundo dos três eventos de encerramento do ano letivo do Máscara Solta, quinta colaboração com o Grupo de Estudos Lusófonos. As I jornadas de verão «Quando tudo arde: estendo as mãos e responde-me cinza» começam às 18h; a performance tomará lugar na sessão de encerramento.

Fundado pelo professor Francisco Topa e as alunas Andreia Oliveira e Carolina Marcello, o GEL tem agora dois anos de vida e, dois encontros e três jornadas depois, queremos questionar o que é uma comunicação. O texto a ser lido, e que serve de base à performance, é composto por excertos do romance «A noite e o riso», de Nuno Bragança; o programa completo, publicado pela organizadora Ana Rita Reis, contém quatro comunicações e uma «leitura encenada»: qual, no entanto, performativamente, a diferença entre o que uns e outros farão?

Paulo Brás, também ele investigador, como todos os que estarão presentes nas Jornadas, apresentou em março, no I Colóquio Escrever nas Margens, a comunicação «Dissimulei deriva, nocivo», a partir da imagem do cigarro na poética (e na erótica) de Joaquim Manuel Magalhães. A performance tentará corporalizar a destruição que então teorizou.

02.07 A arte de estender os braços 2

cartaz
Paulo Brás sobre fotografia de Lúcia Chambel

fotografia
GEL

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